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16 de abril de 2013 / 'Pássaros Coloridos'

5)-Macaw-Araras brasileiras e Araras estrangeiras(18 espécies)

                                                                                                          

ARARAS BRASILEIRAS(endêmicas)  e araras encontradas no Brasil e em outros países

Os pássaros estão divididos cientificamente em três classes: família(uma), gêneros da família, sempre mais de um, e espécies do gênero muitas. Exemplo: a família dos Psitacídeos tem muitos gêneros e milhares de espécies. Ara significa Arara e significa também “ave de muitas cores”, no idioma indígena brasileiro tupi-guar./pronúncia: arará.  As araras(o maior psitacídeo do mundo) são encontradas no sul da América do Norte ( México ), passando pela América Central, até a Amécrica do Sul. São brasileiras as araras que só ocorrem no Brasil ( endêmicas ) e as que ocorrem aqui e em países limítrofes. O total de espécies são 18 (No mundo), com 2 espécies extintas há mais de 80 anos, a brasileira ‘Arara-azul-pequena (Anodorhynchus glaucus)‘  e  a arara-vermelha-de-cuba (Ara tricolor). Esta ave era nativa nesta ilha e está extinta desde o fim do século XIX. A família psittacidae constitui milhares de espécies no mundo.

ARARA-VERMELHA-PEQUENA OU ARACANGA/ARARA-PIRANGA(Cient.Ara macao)   –

arara-7315-Ara-canga ou arara-vermlha-pequena(Ara macau)

Nome popular-Ara-canga, arara-vermelha-pequena(Cient.Ara macao) 

 Nome popular: Ara-canga, arara-vermelha-pequena, arara-piranga – Nome científico: Ara macao – comprimento: 80 a 96 cm – peso: 900 a 1490 g. Cor: coloração vermelha e asas com penas amarelas e azuis, pele da face, branca. Distribuição geográfica: ocorrem no México, Nicarágua, Costa Rica, Panamá, Colômbia, Venezuela, Guianas, Equador, Peru e Bolívia. No Brasil ocorre na Amazônia, Mato Grosso, Tocantins, Maranhão. Habitat: Mata e beira dos rios. Alimentação: Frutos e sementes. Status: Espécie sem perigo de extinção, mesmo assim, classificada como CITES I. Não cosmopolita. Sofre com a destruição do ambiente em determinados locais e também com penas coletadas pelos indígenas.

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ARARA-VERMELHA(Ara chloropterus)

Nome popular: arara-vermelha, arara-vermelha-grande – comprimento: 90 a 95 cm – peso: 1050 a 1708 g. Nome científico: Ara chloropterus – Distribuição geográfica: ocorre no Panamá, Colômbia,, Venezuela, Guianas, Equador, Perú, Bolívia, Paraguai. No Brasil ocorre desde a Amazônia até oeste do Piauí, Bahia, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e São Paulo. Coloração: difere da Ara canga ou arara-piranga(acima) por ter penas verdes no lugar das amarelas nas asas e por possuir penugens vermelhas na pele facial branca. Essa espácie não se encontra em perigo de extinção, mas é bastante comercializada e de suas penas serem coletadas  pelos indígenas.

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ARARA-CANINDÉ(Cient. Ara ararauna)

Nome popular: Arara-canindé, arara-de-barriga-amarela  –  Nome científico: (Ara ararauna)  – Comprimento: 75  a  86 cm  –  Peso: 995  a  1380 g  –  Cor: parte superior azul, inferior amarela, face com penugens pretas, garganta preta  –  Distribuição geográfica: Panamá, Colômbia, Guianas, Equador, Perú, Bolívia, Paraguai e Argentina. No Brasil ocorre na região norte, centro-oeste, Bahia, Minas Gerais, São Paulo e também em Campo Grande capital  de Mato Grosso do Sul –  Habitat: buritizais, babaçuais e beira de mata  –  Alimentação: frutas e sementes na sua maioria de palmeiras  –  Status: classificação, CITES II. Não se encontra em perigo de extinção, mas apresenta problemas com a frequente destruição de seu ambiente, fazendo com que fuja sempre de um lado para outro. Muito encontrada em cativeiro.

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ARARAS PEQUENAS QUE OCORREM NO BRASIL, MAS QUE SÃO POPULARMENTE CONHECIDAS COMO ‘ MARACANÃS ‘

MARACANÃ-GUAÇU(Ara severus)

Nome popular: Maracanã-guaçu  –  Nome científico: (Ara severus) – Foto de: Vk Comprimento: em torno de 50 cm  –  Peso: 285 a 387 g.  –  Cor: coloração verde , com penas vermelhas e azuis nas asas e calda, pele facial branca com fileiras de penas finas pretas e testa de cor castanha.  Distribição geográfica: Panamá, Colômbia, Venezuela, Guianas, Equador, Perú e Bolívia. No Brasil ocorre da região amazônica até norte de Mato Grosso. Habitat: áreas de mata ciliar e buritizais  Alimentação: frutos, sementes, flores e folhas. Status: essa espécie não se encontra em perigo de extinção.

Maracanã-guaçu-Ara severus

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MARACANÃ-DE-CARA-AMARELA(Orthopsittaca manilata) 

Nome popular: Maracanã-de-cara-amarela  –  Nome científico: Orthopsittaca manilata  –  Comprimento: 44 cm  –  Peso: 292  a  390 g.  –  Cor: verde, com peito acizentado, abdômen vermelho vivo, face amarela e bicopreto  –  Distribuição geográfica: Colômbia, Equador, Perú, Bolívia, Venezuela, Guianas. No Brasil ocorre da Amazônia até Piauí, oeste da Bahia e de Minas Gerais e também no Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás  –  Habitat: faixa de mata e buritizais  –  Alimentação: frutos, frutos do buriti  –  Status: essa espécie não está em perigo de extinção (CITES II).

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MARACANÃ-DO-BURITI(Primolius maracana)   

Nome popular: Maracanã-do-buriti  –  Nome científico(Primolius maracana)    Comprimento: 41cm  –  Peso: 246  a  266  –  : verde, abdômen e acima das coxas vermelho vivo, pele da face amarela pálida e a testa vermelha. Distribuição geográfica: ocorre do Maranhão até Argentina e Paraguai. Na beira das matas, buritizais e outros palmares. Alimentação: Frutos, sementes. Status: essa espécie é classificada como vulnerável a extinção ( CITES I ), ou seja, se medidas não forem tomadas essa espécie pode entrar em processo de extinção.

(Primolius maracana)

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MARACANÃ-DE-COLAR(Primolius auricollis)

Comprimento: 41 cm  –  Peso: 240 a 259g.  –  Cor:  verde, fronte escurecida,  uma faixa de cor amarela no pescoço  –  Distribuição geográfica: Bolívia, Paraguai, Argentina. Brasil: Mato Grosso, Mato Grosso do sul, norte do Tocantins  –  Habitat: capões e mata de galeria  –  Alimentação: frutos, flores e pequenas sementes  –  Status: no Brasil essa espécie não se encontra em perigo de extinção. Pouco conhecida na natureza.

Maracanã-de-colar(Primolius auricollis)de--Terra da Gente

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MARACANÃ-DE-CABEÇA-AZUL(Primolius couloni)

Comprimento: 41 cm –  Peso: 240 a 259 – Cor: penas compridas das asas, azuis. Não tem cara branca, parte de cima da cauda, avermelhada  –  Distribuição geográfica: Perú, norte da Bolívia. Brasil: Avistada no Acre  –  Habitat: Mata, floresta tropical  –  Alimentação: frutos, flores, pequenas sementes  –  Status: espécie não muito conhecida no Brasil.

MARACANÃ-DE-CABEÇA-AZUL(Primolius couloni)

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MARACANÃ-NOBRE (Diopsittaca nobilis)

Comprimento: 30  a  35 cm  –  Peso:  129  a  169  g.  –  Coloração: verde, fronte azul, penas menores das asas, vermelhas e cara branca  –  Distribuição geográfica: encontrada desde a Venezuela e Suriname ao Brasil – Mato Grosso, Goiás, São Paulo e nos estados do nordeste  –  Habitat: orla da mata, palmares e cerrado  –  Alimentação: sementes, frutos, flores  –  Status: ( CITES  II  ),  não se encontra em perigo de extinção.

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                    ARARAS  BRASILEIRAS  DE  COR  AZUL

ARARA-AZUL-PEQUENA(Anodorhynchus glaucus)

Nome popular: Arara-azul-pequena, arara-celeste  –  Nome científico: Anodorhynchus glaucus –  Comprimento: 68  a  72 cm  –  Peso:   –  Cor:  azul semelhante a Leari. Possui o anel em volta do olho, pele em volta da mandíbula, de cor amarela.  A diferença da Lear está no tom de azul e amarelo(pele/bico) e também no comprimento  –  Distribuição geográfica: Leste do Paraguai, sul do Brasil, oeste do uruguai, norte da Argentina  –  Habitat:  magens dos rios Uruguai, Paraguai e Paraná  –  Alimentação: sementes de palmeiras(butia yatay)  –   Status: EXTINTA  há mais de 90 anos. Não foi localizado nenhum exemplar na natureza e nem em cativeiro. Fotos de empalhamento científico obtidas em coleções de museus no exterior. Espécie desaparecida antes de ser bem cohecida. Com população pequena no começo do século XIX. Causas prováveis da extinção: caça/capitura/cativeiro, descaracterização do ambiente natural e outras.

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ARARA- AZUL- DE-LEAR (Anodorhynchus leari)

Nome popular: Arara-azul-de-lear  –  Nome científico: (Anodorhynchus leari)Comprimento: 71  a  75 cm  –  Peso: 940 g.  –  Cor: coloração semelhante a arara-azul-grande. A diferença reside no tom de cores. Na Lear a cabeça e o pescoço têm um tom azul esverdeados(conf. foto abaixo), barriga azul desbotado, asas e cauda azul cobalto. A pele em torno da mandíbula possui a forma nódoa(gota) enquanto que a azul-grande possui a forma de uma fita  –  Distribuição geográfica: norte da Bahia (Reserva ecológica do Raso da Catarina e na Reserva Ecológica de Canudos  –  Habitat: região da caatnga(nos paredões de cânions de rochas sedimentares)  –  Alementação: sementes palmeira licuri, flores de sizal, frutos de pinhão, umbu, baraúna, mucunã, milho  –  Status: até 2008 encontrava-se na categoria de críticamente ameaçada(Apêndice I, CITES  I ). Atualmente está em perigo de extinção(tráfico ilegal, destruição de seu habitat e das áreas de alimentação  –  Conservação e manejo: existes programas de conservação da arara azul de lear no Brasil e programas  em conjunto com instituições internacionais  –  Referências acima: 2009.

arara-azul-de-lear(Anodorhynchus leari )

.     Namorando….

arara-azul-de-lear(Anodorhynchus leari)

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ARARA AZUL

Nome popular: Arara-azul, arara-azul-grande, arara-preta, araraúna e arara-hiacinta. Em inglês:  Hyacinth Macaw ou Hyacinthine Macaw.  Alemão: Hyacinthara. Francês: Ara Bleu, Ara Hyacinthe, Ara Jacinthe. Sueco: Hyacintara, Större Hyacintara,   Espanhol: Guacamayo Azul, Guacamayo Jacinto, Paraba Azul  – Nome científico: Anodorhynchus hyacinthinus  – Status: É uma espécie ameaçada de extinção no Brasil e vulnerável, Apêndice 1 do CITES  –  Características: As araras azuis são sociáveis, vivem em família, bandos ou grupos. Pertencem ao grupo das aves mais inteligentes  – Tamanho: 1 m de comprimento(do bico à cauda) sendo a maior ave pcitacídea do mundo. Peso: Adulto 1300 kg, filhotes 1700 kg no período de pico de peso  – Cor: Plumagem azul cobalto, degradê da cabeça para a cauda, sendo preta a parte inferior das penas das asas e cauda. Possui amarelo intenso ao redor dos olhos, pálpebras e na pele nua na base da mandíbula  –  Distribuição geográfica: Hoje é encontrada no Pantanal brasileiro, boliviano e paraguaio e  ainda nos estados de Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Amazonas, Pará, Maranhão, Bahia, Piauí, Tocantins e Goiás  – Habitat:  Dependendo da região onde são encontradas(anteriormente anunciada): áreas abertas, matas que possuem palmeiras, florestas úmidas, preferindo locais de várzeas ricas em palmeiras, áreas sazonalmente secas,  preferindo os platôs e vales dos paredões rochosos e ninhos na borda ou interior de cordilheiras e capões, ôcos de palmeiras, árvores emergentes ou em falhas de paredões rochosos, respectivamente  –Alimentação:  Sementes de Palmeiras, alimentação básica, que elas quebram com o potente bico. Dependendo da região: Acuri, bocaiúva, inajá, babaçu, tucumã, licuri ou catolé, piaçava, buriti, orbiguya eicheri.

De: Camila Couto

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ARARINHA AZUL

Segundo informações do governo (IBAMA) trata-se de espécie com população muito pequena e rara desde 1819, data em que foi encontrada e coletada, pela primeira vez, por Johan Baptist Von Spix em Juazeiro, Bahia. Entre 1985 a 1988, o ornitólogo suiço Paul Roth, percorreu extensas áreas, onde havia informações de ocorrência da espécie nos estados de Tocantins, Maranhão, Piauí, Pernambuco e Bahia e realmente encontrou a espécie na natureza. Em 1986, Roth encontrou 3 exemplares selvagens no Município de Curuçá – BA. Dos três, o casal nidificou em 1986, mas os filhotes foram roubados pelo tráfico. Em 1987 um dos três desapareceu e o casal, que sobrou tornou a nidificar e a fêmea foi capturada enquanto chocava os ovos, pelo tráfico. O último exemplar selvagem foi usado para acasalamentos  na década de 1990 e desapareceu de vez, no final do ano 2000 depois de tentativas de acasalamentos, pelo governo(IBAMA), que designou 1 biólogo e muitos estudantes, que lutaram pela reentrodução(sem sucesso) da espécie, na natureza.  Agora, com cativeiros em zoológicos no Recife e São Paulo, em conjunto com instituições internacionais, para o aumento da população, e depois treiná-las  a adaptação selvagem. -Um tema palpitante, para muitos, e complicado, para quem deseja informar. A impressão que se tem ‘O Intituto Brasileiro do Meio Ambiente’ não tem interesse tornar público a ‘Situação atual da ararinha azul’. São dez anos de silêncio comparando com a animada e agitada aventura, peripécias das tentativas de acasalamento na selva, fora do viveiro, na década de 90. O que se sabe é que existem pouco mais de 60 exemplares criados no cativeiro, a maioria fora do Brasil.

Nome popular: ararinha-azul  –  Nome científico: Cyanopsitta spixii  – Comprimento:  55  a  57 cm  –  Peso:  296  a  400 g.  –  Cor:  totalmente azul, sendo que na cabeça o tom é um pouco mais  claro(pálido) e nas asas o tom é mais escuro  –  Distribuição geográfica: Curuçá, cidade ao norte da Bahia  –  Habitat: Mata de galeria onde predomina a caraíba(Tabebuia caraíba)  –  Alimentação: Pinhão(Jatropha mollissima), favela, baraúva, caraibeira  –  Status: Considerada extina na natureza (CITES I). Existe um grupo de estudos com esforços internacionais para a recuperação da espécie coordenado pelo IBAMA. Os efeitos positivos de real envolvimento da população local promovidos pelo IBAMA em Curuçá na Bahia, ainda são efetivos e ao mesmo tempo que se busca o aumento da população em cativeiro, se conserva o habitat específico, visando futuras reintroduções.

A Ararinha azul e a Azul de lear são endêmicas. Genuinamente brasileiras. Só encontradas no Brasil.

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                         -ARARAS ESTRANGEIRAS-

ARARAS  QUE  NÃO  SÃO  ENCONTRADAS  NO  BRASIL-

Ara ambígua(Buffon’s Macaw)
Ocorre na América Central em Honduras, Nicarágua, Costa Rica e Panamá

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Ara ambigua e A. militaris apresentaram-se como táxons irmãos. Morfologicamente essas duas espécies são muito semelhantes, ambas possuem penas predominantemente verdes por todo o corpo, asas verde e azul e testas vermelhas, o que as diferenciam são as cores das caudas e o porte.

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Ara rubrogenys( Red-fronted-Macaw)
Só ocorre na Bolívia.

Ara rubrogenys -

 

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Ara Militaris(Militaris Macaw) ARKIVE
Ocorre desde o México até o norte da Bolívia

Ara ambigua e A. militaris apresentaram-se como táxons irmãos. Morfologicamente essas duas espécies são muito semelhantes, ambas possuem penas predominantemente verdes por todo o corpo, asas verde e azul e testas vermelhas, o que as diferenciam são as cores das caudas e o porte.

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De: Oiseaux

Ara militaire Ara militaris Military Macaw

 

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Ara Glaucogularis(Blue-throated  Macaw)

Só ocorre na Bolívia

Ara canindé Ara glaucogularis Blue-throated Macaw

 

 

478_Ara-Galucogularis

Ainda existem sub-espécies de araras estrangeiras acima, mas esse é um outro assunto.

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Consultas/Girafamania, Projeto 'Arara Azul'/'Ararinha Azul'/Wikipédia -

visualiza  –            –      visualiza                      – visualiza

Finalizando,  as araras do gênero Ara(idioma indígena) quer dizer arara e ainda,  ave de várias cores, realmente são as mais coloridas. As aves estão destinadas a desaparecerem não só pela colonização, ocupação humana de seu habitat e consequentemente pela destruição de suas fontes de alimentação,  nidificação, tráfico de animais, e também pela transformação que o planeta vem sofrendo com verão e inverno rigorosos, falta de chuvas, incêndios nas matas, queimadas, o progresso. Ainda existem sub-espécies das araras estrangeiras que não foi tratado aqui.

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4 Comentários

Deixe um comentário
  1. Gisele / ago 27 2013 11:15

    Maravilhosas imagens! Como são divinas as aves brasileiras!

  2. Francisco / jun 10 2017 23:54

    Muito bom fala muito de uma ave bela de nossa pais

    • 'Pássaros Coloridos' / jun 11 2017 20:42

      Muito grato, meu irmão, pelo comentário em nosso blog!
      Evanil

  3. angela santos / jun 24 2017 19:08

    sao lindas todas.sou apaichonadas pelos passaros principalmente essas especies nao tenho nenhum mais gostaria de ter sao maravilhosos.

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